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quarta-feira, 22 de julho de 2009

Hoje participei de uma plenária sobre drogas em Sapiranga. Vieram-me a mente alguns conceitos trabalhados no decorrer do semestre, especificamente em filosofia. Dentre eles posso citar algumas questões culturais, que estão muitas vezes enraizadas é são difíceis de serem mudadas, outro conceito é a respeito da conduta moral de uma sociedade. As leis existem, os indivíduos sabem que devem cumpri-las, porém se não existir uma punição eficaz a quem não as cumpre, as coisas não andam como deveriam andar...e tudo isso é cultural, portanto mudar uma sociedade que pensa assim a anos, se é que existe possibilidade de mudanças, levam muitos mais anos ainda.

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Sobre o direito a acessibilidade aos PNEs

O que significa acessibilidade no diz respeito as PPDs? É o direito ao acesso a lugares públicos e privados, está na CF, na lei estadual e na lei orgânica do município de Sapiranga é competência dos municípios assistirem estas pessoas para que seu direito de ir e vir seja garantido. Sabemos que as leis existem o problema é que não existe penalidade para quem não as cumprem, mas nós como cidadãos conscientes de nosso papel temos o dever de cobrar e exigir que os direitos destas pessoas possam ser garantidos. O administrador público que não cumprir com suas obrigações em garantir acessibilidade as pessoas portadoras de deficiência sae com uma divida moral com seus eleitores e um jeito bem bacana de puni-lo é não mais o elegendo. Ninguém é igual a ninguém, precisamos aprender olhar para o outro com suas diferenças e saber conviver harmonicamente com estas diferenças isto é saber respeitar os direitos humanos.

O que significa Auschwitz?

Auschwitz- é o nome de um grupo de campos de concentração localizados no sul da Polônia, símbolos do Holocausto perpetrado pelo nazismo. A partir de 1940 o governo alemão comandado por Adolf Hitler construiu vários campos de concentração e um campo de extermínio nesta área, então na Polônia ocupada. Houve três campos principais e trinta e nove campos auxiliares. Os campos localizavam-se no território dos municípios de Auschwitz e Birkenau, versões em língua alemã para os nomes polacos de Oświęcim e Brzezinka, respectivamente. Esta área dista cerca de sessenta quilômetros da cidade de Cracóvia, capital da região da Pequena Polônia. (http://pt.wikipedia.org/wiki/Auschwitz-Birkenau#Auschwitz_I) Colei esta informação para que eu não me esqueça quando ouvir falar em Auschwitz, pois quando me deparei com o texto de Adorno proposto pela interdisciplina de filosofia não imaginava o que seria e mesmo após ler o texto ainda fiquei em duvida, sabia que se tratava do holocasto ocorrido na alemanhã de Hitler, porém quando vi a citação “Para a educação, a exigência que Auschwitz não se repita é primordial”, não imaginava por onde começar a fazer meu texto, até que fui em busca de outros textos na web e aí então passei a ter uma melhor compreensão. Auschwitz e seu programa de extermínio seria resultado, portanto, de uma moral heterônoma, resultante de uma educação acrítica, em que a violência e o heroísmo são enaltecidos e tornados rituais de competição, inclusive sobre a capacidade de se suportar a dor, e o cumprimento de tarefas pela pátria é elevado a significado em si mesmo, sem qualquer constrangimento de natureza ética, mas o que buscamos como educadores é uma educação que forme cidadãos críticos, éticos e conscientes de que todos tem direitos iguais e que acima de tudo devemos respeitar o próximo independente de sua raça, etnia e religião. “Receio que através das medidas educativas, por mais abrangentes que sejam, será difícil evitar que assassinos de escrivaninha tornem a aparecer”( Theodor Adorno (1903 - 1969), porém apesar deste receio que também é meu, sei que temos que fazer nossa parte enquanto educadores mostrando e trabalhando não somente conteúdos para atingir as grades curriculares, mas sensibilizando os que por nós passarem para que aprendam a respeitar o próximo e valorizarem a vida. “Mas que existem pessoas que lá embaixo, como servos, portanto, praticam atos que se destinam a perpetuar a sua própria servidão e se despem de toda a dignidade humana; que continuem existindo Bogers e Kaduks, contra isso se pode fazer alguma coisa, pela educação, pelo esclarecimento”.

terça-feira, 19 de maio de 2009

sugestão de postagem da professora observando as evidencias para construir o texto.

Pensando em trabalhar o eu e os outros com meus alunos e com a intenção que percebam as heranças físicas herdadas de seus familiares é que propus algumas atividades neste sentido partindo da história “menina bonita do laço de fita”. Após a compreensão da história que tem como principal moral demonstrar que somos como somos por causa de nossos parentes iniciamos as atividades com as fotos. Trabalhamos em primeiro lugar o eu com uma foto de cada aluno e usando como principal recurso o espelho para que pudessem se reconhecer e identificar alguns traços físicos. Em seguida trabalhamos com as fotos dos avós, dos pais e dos irmãos ou primos dos que não tinham irmãos. Estas fotos eram de quando os familiares tinham a idade dos meus alunos, aproximadamente cinco anos, poucos tinham fotos dos avós quando eram pequenos, mas dos pais a maioria tinha e dos irmãos e primos todos tinham. Então fizemos as comparações para identificar as semelhanças e diferenças com seus familiares. Quais foram as principais características observadas? Cor dos cabelos, dos olhos, cor da pele, traços físicos do rosto, sorriso...montamos painéis com as fotos e uma mãe veio conversar com eles e falar no que a filha mais se parece com ela tanto fisicamente como na personalidade esta atividade ficou bem legal e os objetivos foram alcançados.

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Discriminação racial

Trabalhar o tema da discriminação racial com nossos alunos não se limita apenas em ser superficial, enfatizando somente a consideração por termos negros contribuindo para construção do nosso país, os negros são parte de nossa nação, são iguais aos brancos e esse preconceito só mudará quando começarmos a construir conceitos com nossos alunos a partir das séries iniciais fazendo com que compreendam que não devemos respeitar os negros somente porque que é crime discriminar, mas por que negro é gente como a gente. Tem uma historinha infantil que costumo trabalhar com minhas crianças da pré-escola “ Joãozinho não quer ser preto”, conta a história de um menino que sofre contra o preconceito de seus colegas de escola e que para acabar com aquele sofrimento resolve tomar uma atitude, passa em um mercado e compra um sabão milagroso que limpa tudo que é sujo e deixa tudo bem branquinho, mas mesmo após usar o sabão ainda continua preto, então sua mãe lhe explica por que ele é negro, por causa da família toda que é negra aí finalmente ele conhece sua história e começa a se aceitar. Sua mãe lhe explica que a cor da pele não faz a pessoa, que por dentro somos todos muito parecidos, temos um coração e o que importa é a cor deste coração que deve estar branquinho cheio de amor de paz e alegria que um coração sujo tem preconceito e não aceita os outros como são que devemos aprender a limpar nosso coração e aceitar as pessoas como elas são, independente da cor da pele.