domingo, 13 de dezembro de 2009
Aprendi que Freinet fundamenta sua pedagogia na cooperação, na documentação, na comunicação e na afetividade. Por isso acho bem legal a idéia de construirmos um livro da vida com a turma, nele ficariam registrados momentos mais significativos da turma referente aos projetos realizados, seria um documento interessante de realizar e de apresentar a comunidade escolar. Poderíamos criá-lo em diferentes linguagens, tais como: desenhos, colagens, fotos, modelagem, etc., tornando o registro do que a turma vivenciou cooperativamente.
“Educar e intervir”, são idéias de Maria Montessori e é possível realizar isso com a turma que trabalho, procuro intervir quando necessário, mas na maioria das vezes eles se viram por conta própria. Temos uma parte em nosso planejamento que se chama atividade diversificada que ajuda muito desenvolver a autonomia das crianças. Às vezes deixo alguns materiais à disposição deles e explico como poderiam usá-los, preparo atividades e ambientes, em que os alunos podem escolher entre diferentes tipos de atividades que vão realizar por conta própria. Vejo que estou no caminho certo amparada por uma pedagogia que segundo Montessori funciona e segundo minha própria experiência dá certo.
domingo, 6 de dezembro de 2009
Apresentação de trabalhos
Foi ótimo construirmos o pôster para o trabalho da interdisciplina EJA, ainda que muito difícil, pois as colegas do meu grupo assim como eu, encontramos muitas dificuldades para realização do mesmo fizemos varias versões e no final parecia estar apresentável, no entanto mais uma vez a tecnologia nos surpreendeu e na hora da apresentação des configurou todo, ficou horrível, mas pelo menos aprendemos que temos que salvar em outras versões para podermos abrir com outro sistema que não seja o Windows. Realizar este trabalho com alunos da EJA foi muito prazeroso para todas as colegas que apresentaram seu pôster, uma pena que não fizemos outros trabalhos semelhantes , pois certamente iríamos aproveitar mais nossas aulas presenciais com trocas enriquecedoras.
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Refletindo sobre reflexões
Está sendo muito importante refletir em conjunto sobre as arquiteturas pedagógica que faremos em nosso estágio, estamos desde já nos preocupando para quando chegarmos lá termos uma carta na manga. Quando fizemos nossa primeira versão no pbwork sobre as arquiteturas pedagógicas colocamos tal e qual realizamos no município, colocamos alguns tópicos para elaboração do projeto com o jardim nível A, no entanto não nos demos conta que para quem está lendo ficou sem nexo. Daí a importância de evidenciarmos nossa escrita, já estou no sétimo semestre e ainda me encontro com dificuldade apesar de todos os trabalhos realizados neste sentido, imagino como seria se não tivéssemos o seminário integrador sempre nos questionando e fazendo com que refletíssemos sobre nossas reflexões.
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
refletindo sobre postagem anterior...
Achei interessante colocar aqui este comentário que fiz em relação ao comentário (pergunta) da tutora.Na verdade pensando melhor, o projeto que trabalho com minha turminha acaba sendo um pouco de cada proposta "centro de interesse e projeto de aprendizagem", pois apesar de os assuntos estarem ligados as curiosidades dos alunos acabo fazendo votação para definição do mesmo uma vez que acho impossivel trabalhar mais de um tema por vez com minha turma. A diferença é que a partir destes temas os materiais de pesquisa e toda a investigação é feita coletivamente e não tudo pronto trazido pelo professor levando em consideração o que acha melhor que os alunos aprendam. Acredito que na minha situação o melhor é aproveitar um pouco de cada proposta. Existe uma parte em meu projeto que pergunta o que eles querem aprender sobre aquele tema, o que já sabem sobre o mesmo, onde, como e com quem irão aprender, trabalhando dessa forma acredito que os alunos participarão ativamente do mesmo.
Uma das preocupações ao se pensar a inclusão é a inserção de pessoas com necessidades especiais na sociedade fazendo com que estas se sintam parte e participem da sociedade em que vivem sejam quais limitações tiverem. Percebo uma grande mudança na sociedade ainda que tardia, pois hoje ao contrario de antigamente observo uma maior aceitação e uma preocupação em desenvolver meios para que pessoas com necessidades especiais assim como os surdos, possam viver em suas comunidades sendo respeitados e também participarem de outras comunidades integrando desta forma os seres humanos.
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
projetos ou centros de interesse?
Não existem temas que não possam ser abordados através de projetos. Freqüentemente o sentido de novidade, de adentrar-se nas informações e problemas que normalmente não se encontram nos programas escolares, mas que o aluno conhece através dos meios de comunicação, conduz a uma busca em comum da informação, abrindo múltiplas possibilidades de aprendizagem, tanto para os alunos como para o professorado. Tudo isso não impede que os docentes também possam, e devam, propor aqueles temas que considerem necessários, sempre e quando mantenham uma atitude explicativa similar à que se exige dos alunos. Acredito que é bem mais interessante trabalhar assim, com projetos e não com centros de interesse que já destaquei ser bem diferente, partindo de uma curiosidade que faz parte do cotidiano do aluno, por exemplo este ano minha turma fez um projeto que questionava por que algumas pessoas perdiam a casa que tinham com as enchentes e outras nem tinham casa para morar?
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